Experiência do usuário, do inglês User Experience (UX), envolve comportamentos de uma pessoa, atitudes e emoções sobre o uso de um determinado produto, sistema ou serviço. Trata-se, em resumo, de como seu produto, serviço ou conteúdo impacta as emoções do seu cliente ou usuário do seu sistema.

Por que a emoção é importante e demanda estudo e atenção? É só pensar que é a emoção que leva à ação, ao engajamento e à tração, com indicações peer-to-peer.

Para estudar o impacto emocional a cada ação, o UX trabalha o alcance da satisfação do usuário analisando suas percepções e reações, fazendo da interação com um produto uma experiência positiva e que afeta a percepção de valor.

Como os designers fazem isso? Eles coordenam ações que podem ser checadas através de testes A/B e análises de comportamento (cliques em uma página, mapas de calor, etc.), sempre buscando reduzir as impressões negativas durante a interação e promover um acesso mais intuitivo às funcionalidades.

Embora seja mais comum relacionar UX a design de interfaces ou produtos, esse conhecimento pode ser aplicado ao marketing de conteúdo. Quer saber como? Confira as dicas que preparamos!

Como usar conceitos de UX no marketing de conteúdo

Um estudo realizado pela Frac.tl em 2014 mostrou que os conteúdos que viralizam são os que:

  1. Despertam sensações positivas;
  2. São emocionalmente complexos;
  3. Trazem um elemento surpresa.

Para trazer complexidade de emoções e o wow effect, o primeiro passo é conhecer a fundo seu público-alvo. Precisamos mergulhar no mundo do nosso leitor para realmente entender e enxergar através de seus olhos. Para isso é importante pensar na segmentação da sua audiência e em entregar o conteúdo certo no momento ideal para cada passo da jornada de compra dos clientes.

Para isso, pense em seu cliente ideal. Quais são as problemáticas mais encontradas por ele no dia a dia? Como sua empresa ajuda a resolver esse problema? O caminho entre a descoberta do problema, o levantamento de soluções e a escolha da solução ideal deve ser preenchido e guiado por conteúdo de qualidade, distribuído nos canais em que seu público está (email, redes sociais, fóruns ou grupos de discussão).

Faça esse exercício de empatia com o leitor (seu futuro cliente) que estará do outro lado, consumindo seu conteúdo. Afinal, não somos robôs. Temos sentimentos e um cérebro que é o nosso funil de filtragem de informação. Uma frase que ouço muito aqui na Contentools a respeito ao marketing de conteúdo é: “O marketing do presente não é promoção, é educação”

Dentro desse novo processo de compra  e em meio à atual avalanche de conteúdo, o usuário só retém informações que realmente lhe interessam e lhe convêm. Logo, o pensamento de UX existe no marketing de conteúdo a todo momento. Para ir além, invista em conhecer a real proposta de valor que sua empresa entrega e que seja significativa ao seu público. Isso vai muito além do seu produto.

Procure produzir conteúdo que seja relevante e realmente útil para alguém, lembre que são pessoas de verdade que estão lendo o seu conteúdo, não algoritmos e máquinas. Não use uma linguagem inadequada à sua persona, busque uma linguagem simples e direta. Às vezes menos é mais. Simplicidade também gera resultado.

Produza algo que seja educativo e realmente relevante, que provoque emoções positivas ou que instigue o leitor. Isso gera ideias, desperta interesse e, consequentemente, converte-se em ação.

Para ir além na pesquisa sobre o tema, recomendo essas duas referências:


Você aplica User Experience ao Marketing de Conteúdo na sua empresa? Use o espaço de comentários para me contar como é essa experiência!

 

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