O número de empresas que desenvolvem produtos e serviços voltados ao marketing de conteúdo é cada vez maior. Embora a construção de uma “martech” (empresa de tecnologia para marketing) não seja fácil, há muitos executivos que apostaram no mercado e estão fazendo jus ao espaço conquistado. Dez deles fizeram previsões para o futuro do content marketing, publicadas no site da Contently. Abaixo, você confere quais são as apostas de cada um deles:

Allen Gannett, CEO da TrackMaven

Apesar de Gannett avaliar que a intuição ainda guia as ações de marketing, ele percebe que empresas pioneiras e empresas de mídia já estão usando abordagens baseadas em dados mais precisos para tomar decisões editoriais com sucesso. Ao longo dos próximos meses, o CEO prevê que as empresas deixarão de lado programas baseados na intuição e se concentrarão em usar dados (Big Data) capazes de prever como o público irá reagir.

Yaron Galai, CEO da Outbrain

Para Galai, ao invés de “marcas como geradoras de conteúdo”, a tendência é de “agências como geradoras de conteúdo”. O CEO aposta que haverá mais agências de conteúdo oferecendo o pacote de marketing de conteúdo completo, desde a criação de conteúdo até a distribuição, pois, segundo ele, as marcas já têm preocupações demais cuidado do branding.

Tom Gerace, CEO da Skyword

Com o reconhecimento de que publicidade intrusiva não funciona mais tão bem, Gerace acredita que as empresas irão deslocar uma parte crescente dos US $ 600 bilhões que gastam anualmente em anúncios para criar conteúdos e histórias originais.

Carlos Dominguez, presidente e COO da Sprinklr

Para Dominguez, a maioria das empresas não está preparada para um mundo social onde as pessoas interagem com o conteúdo. Entretanto, a aposta é de que ao longo do próximo ano as equipes voltadas para o cliente precisarão ter fluxos de trabalho multifuncionais para que qualquer colaborador ou agência parceira possa trabalhar com qualquer parte do conteúdo em tempo real, juntamente com todos os metadados associados a ele.

Toby Murdock, CEO da Kapost

Segundo Murdock, o marketing de conteúdo será cada vez mais segmentado, evoluindo para categorias específicas de mercado (como B2B e B2C). Portanto, ele acredita que as organizações conseguirão entregar mais valor ao público e também atender necessidades bem específicas dos consumidores de conteúdo.

Shafqat Islam, CEO da NewsCred

Haverá uma consolidação massiva do marketing de conteúdo, segundo Islam. Para o CEO, haverá fusão entre empresas menores de marketing de conteúdo, entre empresas de marketing de conteúdo e de marketing social e entre empresas de marketing de conteúdo e distribuidoras de notícias.

Ross Crooks, fundador e COO da Visage

As marcas começarão a lidar com seus objetivos e valores em marketing de conteúdo como um meio para estabelecer conexões mais profundas e autênticas com seu público. Crooks acredita que muitos ainda estão aprendendo que apenas a publicação não é suficiente; as empresas também precisam compartilhar uma perspectiva única sobre o mundo que estão tentando criar. Por isso, ele acredita que os melhores profissionais de marketing irão estabelecer conexões fortes com os analistas e cientistas de dados da empresa e estimularão as habilidades de jornalismo de dados em sua equipe para contar histórias.

Chris Bolman, diretor de marketing da Percolate

Bolman acredita que o conteúdo de qualidade finalmente será reconhecido como parte de uma publicidade criativa que agrega valor ao seu leitor, e não apenas um conteúdo facilmente esquecível.

Joe Coleman, CEO da  Contently

O conteúdo não será apenas um departamento dentro do marketing, ele vai se tornar a fonte que alimenta todos os departamentos da empresa. Pelo menos é no que aposta Coleman, que prevê ainda que os executivos irão buscar tecnologia para apoiar a criação de conteúdo de qualidade.

Matt Cooper, CEO da Visual.ly

Para Cooper, o marketing de conteúdo será mais sobre a qualidade do que a quantidade de publicações. As empresas começaram se concentrando primeiro em volume de produção, mas isso tende a mudar à medida que a quantidade de conteúdo disponível no Google aumente exponencialmente. A partir daí, apenas o conteúdo mais original e envolvente terá destaque.

E para você, como será o marketing de conteúdo no futuro? Comente!

 

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