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Sensory Marketing

Antes de iniciar a leitura deste texto, dê o play e aproveite a música enquanto lê!

Quando tratamos de um produto ou serviço sempre pensamos em como iremos agradar o nosso público. Como proporcionar uma experiência única? Como se destacar? Como sair do convencional? E isso também engloba o marketing de conteúdo.

Diante de tantos blogs, como se diferenciar? É mesmo possível sair do convencional?
A resposta é: sim.

E esse texto vai lhe mostrar como fazer isso, usando o marketing sensorial a seu favor.

marketing sensorial

O que é o Marketing Sensorial?

Já comprou suas entradas no cinema e, mesmo sem fome, sentiu aquele cheirinho de pipoca e ficou tentado em comprá-la? Ou então, já entrou naquela loja e sentiu uma sensação boa só pelo cheiro, ou pelo menos sentiu algo diferente apenas ao tocar a textura da embalagem de um produto?

Pois bem, você pode ter caído em simples técnicas do marketing sensorial. Então o marketing sensorial nada mais é do que usar os sentidos do corpo a seu favor? Isso mesmo!

Usar os cinco sentidos a seu favor, ativando o subconsciente, influenciando o poder de compra, seja para proporcionar uma experiência completa para seu público, ou então para influenciar o cliente a fazer uma compra.

De onde veio essa ideia?

É uma ideia que surgiu com os ingleses. Lembro-me que já havia ouvido falar muito sobre marketing sensorial, e aprendido um pouco mais com o nunca obsoleto livro de Charles Duhigg. E mesmo com essas informações, passei um tempo pensando em como aguçar os sentidos dos meus clientes. Então em um workshop da Glóbulo Brasil descobri que “marcas que são sentidas fazem sentido”, e ainda, o quão simples isso pode ser. E quanto mais simples, mais genial.

Casos da vida real

É só olharmos à nossa volta para constatarmos que o marketing de conteúdo nos cerca em mais lugares do que imaginamos. Seja pelo design diferenciado da garrafa de vidro da Coca-Cola, seja pelo cheirinho gostoso da MMartan, ou até mesmo por todo o clima de balada que sentimos ao entrar na John John. E então somos atacados pelo tato, olfato, audição, visão e até mesmo pelo paladar. Basta nos oferecerem uma bebida ou uma simples bala para querermos voltar para aquele local.

Pensando no marketing sensorial, a Häagen-Dazs fez recentemente uma campanha criativa. Sabendo que é necessário aquele tempinho de poucos minutos para que o sorvete fique mais macio e o consumidor comece a saboreá-lo, eles inseriram um entretenimento na embalagem. Uma violinista surge em cima da embalagem para distrair o consumidor, bastando apontar o celular para o sorvete e pronto!

Mas e o Marketing de Conteúdo?

O marketing de conteúdo também pode usar essas técnicas, mas claro que com algumas limitações. Vamos pensar na televisão, ou melhor (e mais cult), em filmes. Você já estava no cinema e, de repente, ao ouvir aquele som sinistro você imediatamente ficou com medo, e ao olhar para a tela você constatou que não havia nada para sentir medo, mas mesmo assim você já estava ansioso? Pois é, os seus sentidos foram atacados mais uma vez! E se buscarmos um pouco mais a fundo, vamos ver que nas tragédias gregas já havia a intervenção de um coro durante a narrativa, tudo para dar um clímax à cena.

Agora vamos voltar ao marketing de conteúdo: mesmo apenas trabalhando com a escrita eu posso fazer isso? Pode sim e talvez você já faça e não saiba! Todos sabemos quão importante é ilustrar um texto para a otimização deste conteúdo – as famosas técnicas de SEO. Essa técnica pode ser utilizada não somente para melhor ranqueamento dos mecanismos de busca, mas para deixar seu texto mais agradável. É super válida!

marketing sensorial

Exemplo de utilização com o marketing de conteúdo

E você ainda pode ir mais além. Algum tempo atrás me vi viciado em acompanhar o blog do Ique, o The Bro Code. Sem titubear e nem mesmo apresentando qualquer reação de resistência, eu já estava tomado pela emoção que ele poderia me passar. Sabe qual técnica ele usa? Simplesmente pede para que você, antes de ler o texto, dê play na trilha sonora que ele selecionou. É uma forma de enviar uma mensagem indo além das imagens e palavras.

E conforme você vai lendo, nem percebe que seus sentidos foram ativados, que seu lado sentimental do cérebro está trabalhando e você já está suscetível demais para quebrar os laços com aquele momento. E tudo isso também pode ser associado com o neuromarketing, que já falamos aqui. É tudo o poder do cérebro e o trabalho com emoções poderosas e intensas. Isso porque, segundo Regina Blessa, nossa audição é responsável por 11% de nossa percepção sobre algo.

Em outras palavras, tendo o marketing sensorial como aliado é possível melhorar a experiência do seu público. Isso impacta em suas vendas e passa uma melhor impressão sobre sua marca, além de ser uma maneira muito válida para se diferenciar na praça.

Quer embalar nessa onda? Faça então uma análise perguntando-se: que sensação eu quero passar para o meu público? Que emoções eu quero transmitir? Conheça seu público, veja se é válido, teste, faça ajustes e por fim, claro, enjoy the ride!

E você, o que acha do marketing sensorial? Compartilhe sua experiência conosco! E caso tenha alguma dúvida quanto ao marketing de conteúdo, entre em contato com um de nossos consultores.

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This post has 1 Comment

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  1. Muito interessante! Como consumidora, o que percebo é que alguns ambientes atraem e nos dão prazer de permanecer ali, talvez pelo cheiro, pelo acolhimento. Acredito mesmo, que produtos interessantes, com estímulos sensoriais nos envolvem e nos mantêm conectados. Enfim, se vamos consumir, que seja de forma prazerosa e criativa!

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