Nos últimos tempos, cada vez mais as empresas e as marcas têm investido seus recursos financeiros e esforços em marketing de conteúdo. Neste cenário, três grandes contingentes têm despontado: as agências, com marketing de conteúdo digital, os editores, com conteúdo personalizado para seus anunciantes devido aos seus “estúdios de produção de conteúdo” e as empresas de software, com ferramentas para automatizar o gerenciamento do marketing de conteúdo.

O conteúdo é rei e por mais clichê que seja essa frase, é a mais pura verdade. O conteúdo é uma poderosa fonte de conhecimento e informação para seus clientes atuais e potenciais clientes, por isso é preciso se aproximar da criação de conteúdo e avaliar qual a melhor oferta para você: a agência, o editor ou a tecnologia?

Essa é a questão que tem ocupado os especialistas e profissionais do setor: de quem é o futuro do marketing de conteúdo? E hoje, neste post, iremos tentar sanar essa dúvida. Vamos lá?

De quem é o futuro do marketing de conteúdo?

O marketing de conteúdo está moldando o cenário digital, transformando esse campo em algo muito competitivo. Durante muito tempo as marcas trabalharam ao lado de editores e agências a fim de criar e compartilhar conteúdo para gerar engajamento. Entretanto, com a evolução na forma como o conteúdo é criado e com o crescimento dos estúdios internos, alguns acreditam que é hora de cortar o papel das agências.

O caso dos editores

Com o conhecimento que possuem sobre como envolver o público combinado a um canal de distribuição, os editores podem criar seu próprio conteúdo para as marcas e empresas. Eles têm uma vantagem muito grande quanto o assunto é público. Afinal, as empresas de mídias já possuem diversos leitores que podem consumir o conteúdo produzido pelos editores. No caso das agências, elas precisam criar conteúdo e construir essa audiência, o que é um custo adicional.

Alguns editores, por sua vez, também possuem vantagem em relação ao controle do processo de produção de conteúdo, pois conseguem supervisionar de ponta a ponta, desde a criação até a publicação, passando pela segmentação do público-alvo, distribuição, mensuração e geração de relatório. Entretanto, um software voltado para essa questão faz o trabalho muito bem.

Ao falarmos sobre talentos, os editores possuem a vantagem de conseguir manter as marcas voltadas para o consumidor, já que possuem canais de distribuição próprios. Os editores são capazes de realizar upsell dos seus serviços para as marcas e ter mais influência sobre as campanhas de marketing digital. Além disso, fazem com que as marcas economizem tempo e dinheiro, pois um editor pode executar todas as tarefas realizadas por uma agência sozinho.

Contudo, e o resultado? Será que um editor – sozinho – consegue entregar o mesmo resultado e no mesmo prazo de uma agência?

O caso das agências

Uma boa agência de marketing digital é criativa, espontânea e possui um grande conhecimento sobre o consumidor online. Apesar de grandes editores entenderem como funciona o engajamento do conteúdo, é a agência que produz material publicitário audiovisual com o convencimento necessário para fazer com que os usuários falem da marca. Isso porque as agências possuem especialistas voltados para cada aspecto do processo.

Não podemos negar que muitas agências precisam mudar o seu mindset e todo seu modelo de negócios, adaptando-se ao marketing de conteúdo. Contudo, outras já quebraram esse paradigma e detêm um número grande de anunciantes, pois souberam trabalhar os seus relacionamentos.

Como vantagem, as agências conseguem cumprir prazos mais apertados e entregar uma produção de maior volume mantendo a qualidade, pois possuem uma grande equipe de conteúdo, uma grande experiência com criação e publicação, além de entender muito bem de RP e conseguir trabalhar lado a lado com grandes anunciantes.

As agências têm uma grande vantagem ao ter um pensamento voltado para o multicanal, ou seja, adotam uma mentalidade de distribuição mais centrada, já que eles são o canal. Entretanto, por mais que agências sejam ótimas em elaborar uma boa estratégia, muitas vezes podem pecar na execução se não souberem utilizar a tecnologia a seu favor. E é aqui que entramos no papel do software neste debate.

O caso dos softwares

Seja um editor ou uma agência, é muito mais fácil fazer gestão quando há um software que permite gerenciar e medir a criação de conteúdo eficaz e os esforços de marketing. Portanto, os editores ou as agências que são capazes de combinar seus serviços com tecnologia são os que têm a vantagem no futuro do marketing de conteúdo.

As empresas gostam de ter um certo controle de seu conteúdo e têm um grande receio na terceirização. O software permite esse controle, mesmo quando a produção não é feita pela equipe interna, pois a empresa – mesmo contratando um editor ou agência – pode controlar mais aspectos de seu conteúdo quando a criação e distribuição do material estão alinhadas a um software de gerenciamento de conteúdo.

Por fim, o software permite algo que é extremamente importante no mundo digital de hoje: a escalabilidade. Uma marca que já possui milhões de pessoas como audiência não precisa de um parceiro externo se tiver um software a seu favor. Contudo, é importante ressaltar que o software não fará tudo por você. O pensamento, a estratégia e a supervisão por detrás do software está – e deve ficar – nas mãos dos editores e das agências.

Previsões de marketing de conteúdo para 2017

As previsões para o futuro e, mais especificamente, para o próximo ano, apontam que agências e editores irão competir lado a lado, pois ambos possuem vantagens e desvantagens que os nivelam. Junto a isso, a automação de conteúdo será o grande diferencial de 2017, realidade que já vem despontando no mercado.

Outro grande diferencial será a distribuição. Afinal, não basta produzir e publicar um conteúdo de qualidade, é preciso pensar em uma estratégia de distribuição assertiva. Nessa corrida, ganhará aqueles que tiverem o poder de comprar grandes mídias e transformá-las em um canal único de comunicação com a audiência.

Em 2017, outro grande ponto será a sofisticação da integração entre influenciadores, SEO, social media e gerenciamento de conteúdo. E o ponto integrador de todos estes elementos será a tecnologia aliada aos recursos de marketing e recursos humanos, necessários para agregar valor para os potenciais clientes. O conteúdo continuará sendo o ponto-chave, como já sabemos, mas sairão na frente aqueles que souberem utilizar essa integração com a personalização, a análise de dados (o famoso Big Data) e conteúdos interativos, como vídeos e infográficos dinâmicos. Quanto mais relevante, rico e interativo for o conteúdo, maiores as chances dos esforços em marketing trazerem resultados.

As mídias sociais continuarão estourando, e cada vez mais as grandes companhias irão investir pesado em conteúdo para essas plataformas, apostando em eventos ao vivo, conteúdos patrocinados e parcerias com influenciadores digitais. Tudo, é claro, com muita tecnologia.

Em suma, 2017 será o ano em que os profissionais de conteúdo irão realmente compreender o poder da tecnologia em marketing e os diferenciais que eles precisam trazer ao mercado, já que a automação resolverá boa parte dos desafios de processos.

Com isso, chegamos aonde queríamos: de quem realmente é o futuro do marketing de conteúdo?

De quem realmente é o futuro do marketing de conteúdo?

No marketing de conteúdo, um bom resultado gira em torno de três pilares: a criação do conteúdo (agência), o engajamento do público (editor) e a otimização para um melhor conteúdo e engajamento da próxima vez (o software). Como você pode perceber, os melhores resultados em marketing de conteúdo estão baseados em um tripé, ou seja, um não funciona sem o outro. Os editores, as agências e a tecnologia têm um papel fundamental no futuro do marketing de conteúdo. Por isso, é razoável afirmar que nem os editores, nem as agências irão desaparecer tão cedo do cenário de conteúdo. As marcas precisam de grandes ideias, precisam de pessoas que conheçam o conteúdo para executá-lo e precisam da tecnologia para tornar os processos mais assertivos.

Cada um possui vantagens suficientes para garantir que continuem no mercado por muito tempo ainda. Isso porque nem editores, nem agências, nem empresas de tecnologia são capazes de atuar isoladamente. Os três atuam em parceria.

O que deve acontecer em um futuro próximo, contudo, é que cada vez mais editores e agências irão trabalhar em conjunto com a tecnologia para fortalecer seus pontos fortes e isolar seus pontos fracos, elevando o nível do marketing de conteúdo em termos de criação, publicação e distribuição.

Atualmente, todos têm um papel fundamental no marketing de conteúdo. O futuro, no entanto, pertencerá a quem souber alavancar seus serviços através da vantagem tecnológica, o que não impede que sejam ambos, editor e agência; trabalhando em conjunto, eles entregarão um serviço com mais qualidade.

Na Contentools, trabalhamos com a premissa de que juntos somos mais fortes. Com a Plataforma da Contentools, a empresa tem total liberdade de controlar sua produção de conteúdo ou então de contar com a ajuda de profissionais de conteúdo e agências para alavancar sua estratégia.

E você? Qual a sua opinião sobre o assunto? De quem você acha que realmente é o futuro do marketing de conteúdo?

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