O Google+ não caiu no gosto do público, mas não foi só isso

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O Google anunciou na semana passada que irá descontinuar sua rede social, o Google+, e vai também buscar melhorar a proteção dos dados que detém dos usuários. Isso após auditoria interna revelar ainda em março uma falha de segurança: uma das APIs do Google+, permitia o acesso a dados de terceiros (amigos de seus contatos) sem autorização dos mesmos.

A falha é semelhante a aquela explorada pela Cambridge Analytica no escândalo que levou Mark Zuckerberg a depor no Congresso Americano. Em seu blog, o Google afirma que não mantém os registros de acesso às APIs, mas diz não haver qualquer evidência de que a falha tenha sido explorada antes de ser descoberta pelos seus engenheiros.

Project Strobe

No começo deste ano o Google iniciou uma força-tarefa de revisão e melhoria de suas APIs e demais pontos de acesso a desenvolvedores de terceiros, para todos os seus produtos, incluindo a linha Android. O projeto foi batizado de Project Strobe.

Além de confirmar o baixo engajamento que a rede social conquistou, a descoberta de falha na API do Google+ acelerou a decisão de descontinuar os investimentos na manutenção da rede social, que até agosto do ano que vem deixará de permitir o acesso ao usuário comum. De acordo com o Engenheiro chefe Ben Smith, o Google+ passará a ser de uso exclusivo de clientes enterprise – já que algumas destas empresas fazem uso da rede para organização e comunicação interna

Apesar de pouco usado por contas individuais, o Google+ é um canal utilizado por muitas empresas, pois é sabido que a indexação do Google+ tem impacto positivo no ranqueamento dos sites nas páginas do próprio Google. Estas empresas deixarão de contar com esse canal, mas podemos tirar algumas outras lições do episódio.

 

Como o encerramento do Google+ afeta o meu Marketing de Conteúdo?

Tiago Otani

Por que o Google + não pegou?

Desde o lançamento  da plataforma em 2011 não faltam artigos apontando diferentes razões para o fracasso do Google+ em conquistar usuários e engajamento. Uma das críticas mais comuns é a falta de inovação em relação frente ao Facebook, uma vez que muitos apontam a própria criação do Google+ como uma reação direta ao concorrente na busca por mais informações de consumo e preferências dos usuários.

Redes sociais são canais

Vale a reflexão: centenas de milhares de usuários abandonaram o Facebook após os vazamentos.Isto impacta diretamente as empresas e negócios que investiram na rede social como principal ponto de contato com sua audiência e muitas vezes nem possuem site próprio.

Na Contentools, enxergamos as redes sociais como parte importante na nossa estratégia de distribuição de nossos conteúdos. Por suas diferentes características, cada rede social, é utilizada de forma diferente tem seus próprios materiais e ritmo de publicação.

Mas a maior referência para o nosso Marketing de Conteúdo, sem dúvida alguma são os nossos blogs, em português e inglês. Em geral, são conteúdos hospedados em nosso blog, em nosso domínio, que utilizamos para movimentar as redes sociais.

Desta forma, direcionamos um tráfego qualificado, interessado, com potencial para permanecer algum tempo e navegar por outras páginas de nosso blog, que no final das contas é o que queremos, não é mesmo? Uma vez em nosso site, são as técnicas e ferramentas do Inbound Marketing que poderão levar a um relacionamento mais duradouro deste visitante com a marca.

Terreno alugado vs terreno próprio

Invista em seu próprio site ou blog! Enxergamos as redes sociais como um canal de interação e fonte de tráfego relevante, que auxilia também no SEO de nossos conteúdos. Porém, sempre que falamos em distribuição e hospedagem de conteúdo, ressaltamos a importância de hospedar seus conteúdos em seu próprio blog ou site, investir em “seu próprio terreno”.

Redes sociais já deixaram de existir no passado, perderam relevância ou mesmo mudaram repentinamente suas regras, em geral criando restrições de acesso ou distribuição de conteúdo para então vender pacotes de impulsionamento pago, como vimos o Facebook fazer recentemente.

Hospedando seus conteúdo mais importantes em seu próprio site e utilizando as redes sociais e outros canais como canais de distribuição, você favorece o ranqueamento de suas páginas e o relacionamento com seus visitantes, através do Inbound Marketing

Do blog para os canais – estratégias de distribuição

Ao centralizar sua estratégia de conteúdo em seus próprios portais, fica mais fácil organizar também a distribuição, uma vez que cada conteúdo novo produzido para o blog pode dar origem a diversas postagens nos diferentes canais.

A quantidade e a frequência destas postagens pode variar de acordo com a performance destes conteúdos. Aqui na Contentools, em geral distribuímos cada peça por até um mês, com uma frequência decrescente e sempre considerando a quantidade de posts diários ou semanais ideais para cada rede social. Conteúdos particularmente bem sucedidos, no entanto, podem ser reciclados, atualizados os expandidos para que sua distribuição se estenda por períodos maiores.

Para obter a máxima performance de seu Marketing de Conteúdo, é importante otimizar a distribuição online, automatizando o processo de alinhamento, agendamento e análise dos conteúdos, para que seja possível diversificar os canais sem sobrecarregar seu time. Desta forma, sua empresa obtêm resultados mais consistentes, enquanto sua marca fica protegida de eventuais surpresas com mudanças em plataformas parceiras.

Contentools

Se você já produz conteúdo desta forma e quer automatizar processos, ganhar tempo e segurança nas edições e aprovações de seus conteúdos, substitua suas ferramentas atuais por uma  Plataforma de Marketing de Conteúdo. Fale com a gente!

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